Interlink Cargo é destaque na Zero Hora pelo uso de IA na logística
22/09/2026
Institucional
Autor: 1Interlink Cargo é destaque na Zero Hora por aplicações de inteligência artificial que tornam a logística mais eficiente e orientada por dados.
Tecnologia já faz parte de diferentes etapas da operação da Interlink, apoiando decisões, aumentando a eficiência dos processos e criando novas possibilidades para melhorar a experiência dos clientes.
A transformação provocada pela inteligência artificial já chegou ao transporte de cargas — e seu impacto vai muito além das ferramentas generativas que ganharam popularidade nos últimos anos.
No dia 22 de setembro, a Zero Hora/GZH publicou uma reportagem sobre como empresas do setor logístico estão utilizando inteligência artificial para reduzir custos, aumentar a eficiência e buscar operações mais sustentáveis. A Interlink Cargo foi uma das empresas destacadas pela publicação por suas aplicações da tecnologia no dia a dia da operação.
A reportagem mostra como inteligência artificial, dados e automação começam a ser incorporados a diferentes processos logísticos, incluindo planejamento de rotas, gestão de estoques, manutenção, monitoramento de veículos e atendimento aos clientes.
Para a Interlink, porém, a adoção da IA parte de uma premissa simples: tecnologia precisa resolver problemas reais.
Da cotação à estrada: IA aplicada à operação
Na Interlink, a inteligência artificial vem sendo incorporada progressivamente a diferentes processos.
Entre as aplicações citadas pela Zero Hora estão os sistemas de cotação e propostas, acompanhamento de viagens, análise de dados dos operadores e estudos do consumo de combustível considerando a topografia das rotas do Mercosul.
Esse último exemplo mostra bem como dados podem se transformar em decisões práticas.
O combustível representa uma parcela relevante dos custos do transporte rodoviário. Ao analisar conjuntamente características da rota, relevo, tipo de equipamento e dados históricos da operação, torna-se possível compreender melhor o comportamento do consumo e gerar informações que apoiem tanto o planejamento quanto a condução dos veículos.
O resultado esperado não é apenas econômico.
Uma operação mais eficiente também significa melhor utilização dos recursos, redução de desperdícios e possibilidade de diminuir impactos ambientais, algo especialmente importante em um setor intensivo no consumo de combustível.
Inteligência artificial como ferramenta para tomar melhores decisões
Existe ainda outra transformação menos visível acontecendo dentro das empresas.
A inteligência artificial permite automatizar uma série de atividades operacionais e repetitivas que anteriormente consumiam parte significativa do tempo das equipes.
Na Interlink, enxergamos essa mudança não como uma substituição das pessoas, mas como uma oportunidade de redirecionar o trabalho humano para atividades de maior valor.
Analisar uma exceção em uma operação internacional, resolver um problema de um cliente, avaliar alternativas para uma rota ou negociar uma solução exige conhecimento, experiência e capacidade de decisão.
Quanto mais a tecnologia puder cuidar da coleta, organização e processamento inicial das informações, mais nossos profissionais poderão se concentrar justamente nessas atividades.
A reportagem da Zero Hora também destaca essa possibilidade ao abordar como a automação pode retirar profissionais de tarefas repetitivas e direcioná-los a funções mais estratégicas.
Tecnologia também precisa melhorar a experiência do cliente
Para uma empresa de logística, inovação não pode ficar restrita aos processos internos.
Ela precisa ser percebida pelo cliente.
Isso significa utilizar tecnologia para proporcionar mais agilidade nas respostas, informações mais organizadas, maior visibilidade sobre as operações e mais capacidade de antecipar situações que possam afetar uma viagem.
É por isso que a evolução tecnológica da Interlink não está concentrada em uma única ferramenta ou projeto.
Ela faz parte de um processo contínuo de digitalização da empresa, integração das informações e desenvolvimento de novas formas de apoiar nossas equipes e clientes.
Dados antes da inteligência artificial
Um dos pontos importantes levantados pela reportagem é que não existe inteligência artificial eficiente sem dados organizados.
Francisco Cardoso, presidente da Fetransul, observa na matéria que um dos desafios das empresas é primeiro organizar e compreender seus próprios dados para, posteriormente, utilizá-los para gerar previsibilidade e melhorar decisões.
Essa também é uma visão que compartilhamos na Interlink.
A IA não deve ser tratada como uma solução isolada ou como uma tecnologia a ser implantada simplesmente porque está disponível. Antes dela vêm processos, dados, integração e uma pergunta fundamental:
qual problema queremos resolver?
A partir daí, torna-se possível avaliar onde a tecnologia efetivamente pode gerar retorno.
Inovação com propósito
A inteligência artificial ainda está evoluindo rapidamente, e muitas das aplicações que hoje estão sendo testadas provavelmente serão muito diferentes daqui a alguns anos.
Por isso, acreditamos que inovação não significa adotar todas as tecnologias disponíveis.
Significa experimentar, medir resultados e ampliar aquilo que efetivamente melhora a operação.
Para a Interlink, o objetivo continua sendo o mesmo: utilizar tecnologia para tornar a logística mais eficiente, previsível e simples para nossos clientes e para as pessoas que fazem nossas operações acontecerem todos os dias.
Ficamos muito satisfeitos em compartilhar essa experiência na reportagem da Zero Hora e contribuir para uma discussão cada vez mais relevante para o futuro do transporte e da logística.
Leia a reportagem completa na GZH: https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2026/09/como-as-empresas-de-logistica-estao-usando-ia-para-reduzir-custos-e-aumentar-a-sustentabilidade-cmub7u88u001u013ewz40bxas.html