Interlink Cargo destaca papel estratégico do OEA no novo Corredor Bioceânico em publicação no Valor
A implantação do Corredor Rodoviário Bioceânico representa uma das principais transformações recentes na infraestrutura logística da América do Sul. A nova rota conectará o Brasil aos portos do norte do Chile, passando por Paraguai e Argentina, e poderá reduzir significativamente o percurso das cargas brasileiras destinadas aos mercados asiáticos.
No entanto, a construção de pontes, rodovias e acessos fronteiriços é apenas uma parte do desafio. Para que a redução das distâncias se transforme efetivamente em menor tempo de transporte, será necessário garantir agilidade, segurança e integração nos procedimentos aduaneiros realizados ao longo do corredor.
Esse é o tema do artigo “Reforma do OEA cria via expressa aduaneira e redefine a disputa pelo Corredor Bioceânico”, publicado no portal do Valor, no espaço Pulse Brand, com a participação da Interlink Cargo.
A competitividade do corredor será definida nas fronteiras
O Corredor Bioceânico pretende criar uma ligação terrestre entre o Centro-Oeste brasileiro e os portos chilenos no Oceano Pacífico. A expectativa é estabelecer uma alternativa logística mais curta para exportações destinadas à Ásia, além de ampliar a integração comercial entre os países envolvidos.
Os ganhos de infraestrutura, entretanto, poderão ser limitados caso as cargas continuem enfrentando processos lentos, controles repetidos e falta de coordenação nas fronteiras.
Por isso, a eficiência aduaneira deverá ocupar uma posição central no desenvolvimento da nova rota. Mais do que percorrer uma distância menor, as empresas precisarão contar com operações capazes de oferecer previsibilidade durante todo o trajeto internacional.
Nesse cenário, a certificação como Operador Econômico Autorizado — OEA deixa de representar somente uma demonstração de conformidade e passa a funcionar como um ativo estratégico para transportadores, exportadores e demais participantes da cadeia logística.
OEA como diferencial de segurança e previsibilidade
O Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado reconhece empresas que demonstram elevado nível de conformidade, segurança e controle em suas operações de comércio exterior.
As organizações certificadas passam por um processo de avaliação da Receita Federal e precisam manter procedimentos relacionados à segurança da cadeia logística, gestão de riscos, rastreabilidade e cumprimento das obrigações aduaneiras.
A Interlink Cargo é certificada desde 2023 na modalidade OEA-Segurança — OEA-S, reconhecimento que reforça o compromisso da empresa com a proteção das cargas e com a adoção de processos confiáveis no transporte rodoviário internacional.
Com o avanço do Corredor Bioceânico, essas práticas tornam-se ainda mais relevantes. Uma operação que atravessa diferentes países e fronteiras depende não apenas de veículos e infraestrutura, mas também da qualidade das informações, da documentação e da coordenação entre transportadores, embarcadores, despachantes e autoridades.
Reduzir quilômetros não é suficiente
O potencial do Corredor Bioceânico não deve ser avaliado somente pela quantidade de quilômetros economizados.
Para os embarcadores, a vantagem real estará na combinação entre menor distância, redução do tempo de viagem, previsibilidade dos prazos e menor exposição a interrupções nas fronteiras.
Isso significa que a disputa pela competitividade da nova rota poderá ser definida antes mesmo de sua consolidação. Empresas que já investem em conformidade, segurança e estrutura aduaneira estarão mais preparadas para transformar a nova infraestrutura em resultados concretos para seus clientes.
Na avaliação da Interlink Cargo, a aduana deve ser tratada como parte da estratégia logística e comercial das empresas. Em operações internacionais, atrasos fronteiriços, inconsistências documentais e falhas de comunicação podem eliminar rapidamente os ganhos obtidos com uma rota fisicamente mais curta.
Interlink contribui para o debate sobre o futuro da logística regional
Ao participar da publicação, a Interlink Cargo busca contribuir para uma discussão que deverá ganhar cada vez mais relevância entre exportadores, importadores e profissionais de comércio exterior.
A empresa acompanha o desenvolvimento do Corredor Bioceânico e entende que o sucesso do projeto dependerá da cooperação entre os países, da harmonização dos procedimentos e da preparação das empresas que utilizarão a rota.
Mais do que uma nova ligação rodoviária, o corredor representa uma oportunidade de tornar a logística sul-americana mais integrada, segura e competitiva.
Leia o artigo completo publicado no portal do Valor:
Reforma do OEA cria via expressa aduaneira e redefine a disputa pelo Corredor Bioceânico
https://valor.globo.com/patrocinado/pulse-brand/noticia/2026/07/22/reforma-do-oea-cria-via-expressa-aduaneira-e-redefine-a-disputa-pelo-corredor-b-1.ghtml